Fonte: Hoje em Dia online
O cheque tem perdido cada vez mais espaço no
varejo para os cartões de crédito. Em cinco anos, a queda na emissão atingiu 42%
no Brasil, passando de 1,9 bilhão de documentos para 1,1 bilhão. Em Minas, o
recuo chegou a 38%. Passou de 217 milhões em 2005 para 135 milhões em
2010.
Já os cartões de débito e crédito registraram no país, no mesmo período, crescimento de 109% e 120%, respectivamente.
O volume do débito saltou de 1,1 bilhão em 2005 para 2,3 bilhões no ano passado. Já o crédito, passou de 1,5 bilhão para 3,3 bilhões no mesmo período, segundo dados do Banco Central.
Em outubro, no acumulado de 12 meses, a troca de cheques em Minas Gerais alcançou 128 milhões. No país, alcançou 1,03 bilhão.
A média de cheques emitidos pelos brasileiros também teve uma redução em cinco anos. Enquanto em 2005 eram realizadas dez operações por cada habitante, em 2010, a média passou para seis.
Já no dinheiro de plástico, houve um aumento, passando de oito para 17 no crédito, e de seis para 15 no débito.
Segundo o vice presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel Oliveira, o principal fator que tem levado à redução do cheque no mercado é a menor segurança para os comerciantes. Segundo ele, muitas pessoas que emitem o documento não têm dinheiro em conta para cobri-lo, levando muitas empresas a abandonar o seu recebimento.
Dados do Banco Central (BC) mostram que em 2010 foram devolvidos 71 milhões de cheques no país. Em Minas, este volume chegou a 7,9 milhões. O principal motivo, segundo o BC, é a falta de fundos.
Oliveira avalia que a expansão do cartão se deve à garantia para os lojistas, que pagam às administradoras de 1,5% a 3% sobre o valor vendas.
A gerente da loja Pit Girl Jeans, Lorraine Stephanie Barbosa, afirma que não vale a pena o recebimento de cheques. Segundo ela, a loja já aceitou esse meio de pagamento, mas o prejuízo chegou a superar o valor das taxas pagas às administradoras de cartão de crédito.
No entanto, a gerente do Shopping do Tricô, Graziele Cristina dos Santos, diz que os cheques são bem recebidos na loja, desde que o cliente tenha aprovação pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH). "Muitos clientes já chegam na porta e perguntam se aceitamos cheque. Se não aceitássemos, iríamos perder muitas vendas", afirma.
No programa "Garantia de Cheque", da CDL, o lojista desembolsa uma taxa mensal, mas pode ser ressarcido em até 100% caso o cheque não tenha fundos. Segundo o gerente comercial da entidade, Rafael Ribeiro, a procura pelo serviço cresceu 25% neste ano em relação a 2010.
Já os cartões de débito e crédito registraram no país, no mesmo período, crescimento de 109% e 120%, respectivamente.
O volume do débito saltou de 1,1 bilhão em 2005 para 2,3 bilhões no ano passado. Já o crédito, passou de 1,5 bilhão para 3,3 bilhões no mesmo período, segundo dados do Banco Central.
Em outubro, no acumulado de 12 meses, a troca de cheques em Minas Gerais alcançou 128 milhões. No país, alcançou 1,03 bilhão.
A média de cheques emitidos pelos brasileiros também teve uma redução em cinco anos. Enquanto em 2005 eram realizadas dez operações por cada habitante, em 2010, a média passou para seis.
Já no dinheiro de plástico, houve um aumento, passando de oito para 17 no crédito, e de seis para 15 no débito.
Segundo o vice presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel Oliveira, o principal fator que tem levado à redução do cheque no mercado é a menor segurança para os comerciantes. Segundo ele, muitas pessoas que emitem o documento não têm dinheiro em conta para cobri-lo, levando muitas empresas a abandonar o seu recebimento.
Dados do Banco Central (BC) mostram que em 2010 foram devolvidos 71 milhões de cheques no país. Em Minas, este volume chegou a 7,9 milhões. O principal motivo, segundo o BC, é a falta de fundos.
Oliveira avalia que a expansão do cartão se deve à garantia para os lojistas, que pagam às administradoras de 1,5% a 3% sobre o valor vendas.
A gerente da loja Pit Girl Jeans, Lorraine Stephanie Barbosa, afirma que não vale a pena o recebimento de cheques. Segundo ela, a loja já aceitou esse meio de pagamento, mas o prejuízo chegou a superar o valor das taxas pagas às administradoras de cartão de crédito.
No entanto, a gerente do Shopping do Tricô, Graziele Cristina dos Santos, diz que os cheques são bem recebidos na loja, desde que o cliente tenha aprovação pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH). "Muitos clientes já chegam na porta e perguntam se aceitamos cheque. Se não aceitássemos, iríamos perder muitas vendas", afirma.
No programa "Garantia de Cheque", da CDL, o lojista desembolsa uma taxa mensal, mas pode ser ressarcido em até 100% caso o cheque não tenha fundos. Segundo o gerente comercial da entidade, Rafael Ribeiro, a procura pelo serviço cresceu 25% neste ano em relação a 2010.